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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

História de fã: Miré Gaby y sin querer me fue adueñando de su querer!!!


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O meu nome é Jônatan, e hoje eu vou contar a minha história (de fã), que intersecta a minha história de vida desde que me conheço por gente. Também admirador da apresentadora Márcia Goldschmidt, sugiro o tema "Somewhere in Time", o qual embalou diversas tardes reflexivas, ao acompanharmos o "Desabafo" do programa Márcia.
GABRIELA SPANIC. No começo eu nem sabia seu nome, eu tinha 6 anos apenas quando o canal SBT veiculou o estrondoso sucesso A Usurpadora, em que duas mulheres idênticas interpretadas magnificamente por Gaby trocam de lugar. Até que ponto esse clássico argumento das gêmeas, a boa e a má, é capaz de magnetizar o mundo em uma explosão vertiginosa de audiência e fascínio? Eu mal sabia ler e escrever, mas me lembro das primeiras chamadas, recordo que estava certa tarde na casa de minha madrinha e o SBT não cansava de veicular as mais belas, dentre elas destaco "Faltam 3 horas para a estréia de A Usurpadora". A hora ia variando, criou-se uma contagem regressiva em grande estilo. A novela que não precisou utilizar sexo e violência para prender a atenção do telespectador, embora bem dosados estes dois elementos possam ser surpreendentemente positivos.
Gaby encantou-me a cada capítulo, eu mal sabia o que era um gênero telenovela, eu me recordo da primeira vez que vi a a cena do vestido vermelho, em que todos aguardam a "usurpadora", a qual desce luxuosamente as escadas da mansão dos Bracho, "disfarçada" de Paola, em seu vestido característico. Neste dia, à noite, terminado o capítulo, eu havia desenhado a "Paola"/Paulina com este vestido. Meu pai nesse instante abriu a porta da nossa simples casa de madeira que nem portão tinha. Nunca passamos necessidade, mas vivíamos de modo bem humilde. Minha mãe se surpreendeu com o desenho, chamavam atenção os detalhes, e ela mostrou a meu pai, perguntando, "Linho, o que é uma 'usurpadora'?" Ele chamava-se Hélio. Hoje, em paz descansa. Ele perscrutou aquele "dibujo", e respondeu o significado de usurpar. É uma das lembranças mais vivas que tenho dele.
Na casa de minha madrinha, também já falecida, quantas vezes não desfrutei dos encantos da pobre que tomou a lugar da rica? Em especial recordo o especial "Mais Além de A Usurpadora", que assisti lá. A troca da bebida, Carlinhos, Paulina já feliz com Carlos Daniel, uma intriga extra, uma surpresa e emoção extra para presentear o público mundial que ficou com gostinho de quero mais. As reprises, ah, como era bom sair da escola, ficar na casa de minha madrinha saboreando suas delícias caseiras e revendo cada cena de La Usurpadora. Saía da escola correndo para dar tempo de ver. Vários colegas faziam o mesmo.
Eu não pesquisava sobre Gaby, mal sabia o que era um computador no início dos anos 2000, mas ela sempre me encantou, ela sempre me fez conseguir um tempinho ou tirá-lo de onde não tinha para prestigiar o seu fascínio a cada reprise de A Usurpadora. Em 2007, que grata surpresa ao ver a tradicional chamada "O ROMANCE, a INTRIGA e a EMOÇÃO vão estar de volta. AAAAAAA USURPADORAAAAAAAA." Eu estudava pela manhã e procurava fazer as tarefas todas no início da tarde para poder ao final da mesma ser seduzido novamente pelos atrativos da intrusa que mexeu com o Brasil.
Em 2009 algo surpreendente estava para ocorrer. Para esta parte da história, encante-se ao som de Sonho Lindo!

Eu já estava com saudades de Gaby na tv, aí sim comecei a pesquisar sobre ela, e me aprofundar e amá-la com mais propriedade. Minha vida passou por um período de conflitos no âmbito familiar, os quais não descreverei pormenorizadamente, mas me abalaram melancolicamente. Um dia, um episódio depressivo adveio. Nada relacionado a meu carinho pela rainha das novelas o provocou. Foram elementos pessoais. Angústia, desejo de sair daquela realidade que não me engrandecia, mas me entristecia. Neste momento, aquela que mesmo quando não esteve no ar sempre esteve presente em minha admiração e meu coração saltou de dentro de mim. Se Paulina com amor e com fé podia solucionar as questões mais complexas, se Gaby a personificou com tanta perfeição, Gaby era A Usurpadora e A Usurpadora era Gaby

A doçura de seu personagem me fazia bem, sinalizava para mim uma esperança. Indo à capital gaúcha para consultar especialistas e saber se eu realmente estava deprimido, foi meu tio o encarregado de levar a mim, a minha mãe e a minha vó. Ele se chamava Ubiratan. Não era o Seu Ubiratan de Ana Raio e Zé Trovão e tinha por apelido "Bira." Que ensolarada tarde de março, eram as águas de março fechando o verão, e era o bem exemplificado pela personagem de Gaby a promessa de vida ao meu coração! Neste dia saímos cedo de casa para viajar, mas à tarde, na volta de Porto Alegre, eu cochilei e sonhei com ela. Eu disse: "Sonhei com a Gaby Spanic." Ele brincando, questionou "Pelada?". Eu, sem malícia e franco respondi "Não, bem vestida, muito linda, toda de rosa." Ele arrematou, brincando "Ah, então era a pantera-cor-de-rosa?" Rimos. Foram as cenas finais da abertura de A Usurpadora as quais vi no sonho. Gaby com seu vestido rosa claro, seu batom rosa, sua meia-calça rosa, em uma explosão de beleza e feminilidade. O sonho nada teve de apelo erótico, embora mais tarde eu constatasse o quão mais sensual estava a venezuelana de origem, mexicana por excelência e internacional de coração Gabriela Spanic.
Eu citava muito também a Virgem de Guadalupe, eu clamava a ela que um dia eu pudesse estar pertinho de Gaby, dar um beijo, um abraço, conhecê-la. Eu conversava com parentes e conhecidos e expunha o desejo de estar com ela. Vários diziam: "Essa mulher não sabe nem que tu 'existe', 'esquece'". Eu ouvia, calava, mas ao som de Pandora, La Usurpadora, mentalizava "Despacio te iré amando más....e orava e pensava que Deus era quem sabia." Em uma dessas conversas eu afirmei categoricamente: "Ela é minha diva." Neste dia minha mãe até foi sensível e preconizou "Agora tu 'tem' que ficar com a tua diva apenas no teu coração, primeiro tu 'vai' estudar, depois tu um dia 'pode' conhecer ela." Uma vez, quando eu estava bem triste, afirmei à diretora da escola "Eu gostaria de um dia conhecer Gabriela Spanic, eu só queria vê-la, tocá-la..." Ela respondeu "Ok, mas isso é uma taradice!" Literalmente foi um Sonho Lindo. Uma noite, em conversa com minha tia de coração Paula, expus também o desejo de estar com Gaby, e o quanto me entristecia o fato de tantos "não, tu nunca 'vai' poder porque ela é famosa e não tá nem aí pra ti". Ela falou uma frase que me tocou "Jônatan, meu lindo, eu sei o que é ser fã, e a Gabriela Spanic não te conhece, realmente ela não sabe quem tu és, mas DE CERTA FORMA ELA SABE SIM QUE TU 'EXISTE', SABE POR QUÊ? PORQUE ELA SABE QUE TEM MUITOS FÃS QUE GOSTAM DO TRABALHO DELA EM TODO MUNDO, E TU 'É' UM DESSES FÃS!!!" Aquilo foi como um acalento para o meu coração.
Eu confiava na grandiosidade guadalupana que me faria vencer as tribulações e me conduziria para perto da melhor e mais perfeita atriz. Minha rotina se desenrolava normalmente durante o terceiro ano do ensimo médio, com excelentes notas e as divinas companhias de Ana e Jéssica, duas colegas que desde o início, mesmo quando me viram em má fase, me auxiliaram. Compreenderam minha admiração por Gabriela, inclusive. Naquelas frias tardes invernais, nos corredores daquela escola, eu mentalizava o instrumental de A Usurpadora e seu contexto como inspiração dos sonhos e rogava à Guadalupe que tudo saísse bem. Ana, Jéssica e eu tornamo-nos mais do que colegas, somos grandes amigos e irmãos até hoje. A Rede Globo estava veiculando Paraíso, e nós assistíamos, e combinamos que a fascinante música Jeito de Mato de Paula Fernandes seria o nosso tema. O entardecer frio apenas corroborava a superação da angústia e os incipientes raios solares já se pondo emolduravam um cenário de luta, esperança e fé no melodrama da vida real. Eu cheguei à fadiga até me recuperar bem. Esta força vinha de Deus e de Nossa Senhora de Guadalupe, vinha de rezas e orações de pessoas, colegas como Ana e Jéssica e professoras que gostavam de mim, vinha do meu esforço em vencer, mas de maneira especial, vinha também da grande inspiração e força que tirei do telerromance da atriz que usurpa 11 em cada 10 corações.
Para esta parte da história, sugiro "Golondrinas Viajeras"
Em 2010, em abril, é indescritível a sensação que tive ao ler a primeira nota sobre Soy Tu Dueña. "Protagonizada por Lucero, Fernando Colunga e G A B Y S P A N I C. O figurino de G A B Y S P A N I C é bem sensual, com vários vestidos justos e meias-calças." Algo assim o Direto do México postou, ilustrado com o banner oficial." Eu desejei com toda minha franqueza que o SBT passasse e todo sucesso da época de ouro das mexicanas, e de A Usurpadora, estivessem de volta em uma nova história. Eu comentei com minha mãe, "Sabe a Gaby? Vai fazer outra novela, mas é no México, não vai passar aqui, que pena." Ela falou "Ah, filho, depois o Sílvio compra e passa." Que profecia! Kk Realmente, o sucesso Soy Tu Dueña ainda estava no ar pela Televisa, e a genialidade de Sílvio Santos o abocanhou, tirando-o das pretensões da CNT que já estava com as duas mãos no remake do melodrama com texto original da grandiosa gênia Inés Rodena. Que feliz que fiquei quando vi o aúncio que o Sílvio tinha comprado! Fiquei em ritmo de Gaby Spanic que balança o coração!! kkKkKk Bom, infelizmente nós já aguardamos há 3 anos pela exibição da novela que devolveu a Gabriela Spanic todos os holofotes e marcou seu espetacular regresso às telenovelas pelo Canal De Las Estrellas. 

Gaby brilhou como nunca antes em seu personagem Ivana Dorantes, a vilã que salvou a história do marasmo e superou o casal protagonista, sendo a principal razão do sucesso da novela em todo mundo. Por este papel, como já informado em textos anteriores, Gaby ganhou novos reconhecimentos, o prêmio Galardón a Los Grandes nos Estados Unidos, sua capacidade de interpretar perfeitamente os diversos câmbios de personalidade de Ivana, sempre com sua incrível oscilação de expressões faciais consoante as necessidades impostas por cada detalhe de cada cena. Gabriela Spanic foi a alma da novela Soy Tu Dueña, ela é a verdadeira protagonista e verdadeira Dueña, sem falar que foi a primeira atriz chamada para viver a mocinha. Quando Nicandro Díaz se deu conta de que a história acabaria destacando muito mais a vilã, e o grau de exigência desse personagem, achou por bem que Gaby sim o fizesse, e a atriz mais competente se encantou com o desafio e nos brindou com esse banho de interpretação. Se alguém achou exagerada, por favor entenda a história, kkkk, exagerada é a própria personagem, fingida é a própria personagem, a voz de falsidade é da própria personagem, que tem que ser má, cínica, conveniente, falar com determinada ironia e desprezo para fazer jus ao seu próprio construto!

Estou em @SBTexibaSoyTuDu com a campanha do desengavetamento deste sucesso, e felizmente tenho o apoio de Gaby!
Hoje, considero que tudo que me ocorreu, no concernente à Gaby, em momento algum confundiu-se com insanidade ou obsessão, ao contrário, aprendi com a Márcia Goldschmidt que não devemos tomar nossos ídolos como tábua de salvação, porque nós mesmos que devemos ser os protagonistas das nossas respectivas histórias. No entanto, Gaby não foi uma idéia fixa, Gaby nunca foi para mim uma obsessão, na época mais difícil o seu talento e grandiosidade e forneceram inspiração para dar sequência a todos meus Sonhos Lindos. Sim, eu cheguei a insistir muito para estar com ela, e o universo mediante a Lei da Atração, parece vir dando seu jeito, hehe. Na realidade tudo só se consegue rezando e confiando em Deus, e agindo. 

A eventuais pessoas maliciosas e baixas que possam tirar conclusões equivocadas desse relato, lembre-se de que o Senhor é dono de todo julgamento. Aos eventuais anti-divas que pensam que um homem deixa de ser homem por amar uma atriz, ganhariam mais comprando a edição com Gaby de H Extremo. Tenho muitos projetos, mas quero vivê-los sempre sem olvidar aquela que sempre será minha Dona, minha Intrusa, minha Emperatriz, minha Usurpadora. Um dia Gabriela Spanic foi a origem de todas as perguntas e o caminho de todas as respostas. Desde o desenho que meu pai viu, àquele momento agradável com meu tio, a força que me inspirou seu trabalho e seu personagem, a seu exemplo de mulher de fé, "Ojalá Que Mí Vida Entre Líneas Pueda Siempre Amar Gaby Spanic A Tiempo!"
Jônatan Nunes
07/11/2012
                                                                                                                                 Rio Grande do Sul
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